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Igreja da Misericórdia

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Igreja da Misericórdia - Angra do Heroísmo - Ilha Terceira - Açores



Angra do Heroismo Açores


A Igreja da Misericórdia está implantada no local onde foi fundado, em 1492, o primeiro hospital da ilha e do arquipélago, com denominação do Santo Espírito, por João Vaz Corte Real, capitão donatário de Angra; nesta altura ou posteriormente construiu-se também uma capela com a mesma invocação. Em 1495, inicia-se a construção da primitiva igreja da misericórdia, no local da antiga capela do Espírito Santo.

O actual templo data do século XVIII, tendo a sua pedra fundamental sido lançada em 1728, mas as obras prolongaram-se por quase duas décadas. 


Igreja da Misericordia Angra do Heroismo
De arquitetura religiosa, setecentista, apresenta planta rectangular com duas torres ladeando a fachada, cada uma delas encimada por um zimbório de pedra.
Acima do pórtico, que  foi considerado "acanhado e desproporcionado com a grandeza do templo", inscrevem-se as Armas Reais, encimadas por um nicho a meio do frontão (actualmente sem imagem), por um relógio e, em remate, uma pequena sineira que suporta uma cruz de ferro. O frontão é ladeado por duas pequenas torres sineiras quadrangulares, culminando cada uma num pequeno zimbório de pedra.
O seu interior é de uma só nave, possuindo, ao fundo uma espaçosa capela-mor (onde se encontra unicamente o Sacramento), seis capelas laterais, sobre as quais corre uma galeria com varandas sobre o interior do templo.

O templo pertence actualmente à Santa Casa de Misericórdia de Angra do Heroísmo. 

Foi gravemente danificada pelo sismo de 1980, mas hoje encontra-se classificada como Imóvel de Interesse Público, classificação consumida por inclusão no conjunto classificado da Zona Central da Cidade de Angra do Heroísmo. 
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Angra-do-Heroismo
 

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Igreja do Colégio da Companhia de Jesus

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Igreja de Nossa Senhora do Carmo em Angra do Heroismo
Igreja dos Jesuitas


A Igreja de Nossa Senhora do Carmo, ou de Santo Inácio de Loyola,  popularmente conhecida como Igreja do Colégio ou Igreja dos Jesuítas, foi erguida pelos religiosos da Companhia de Jesus sob a invocação de Santo Inácio de Loyola, tendo sido inaugurada ao culto religioso em 1652 e tinha por destino servir o Colégio da Companhia de Jesus em Angra.

Após a expulsão dos jesuítas,  ficou abandonada até que no âmbito da requalificação das instalações do antigo Colégio a paço, foi cedida à Ordem Terceira do Carmo.

Encontra-se classificada como Imóvel de Interesse Público, classificação consumida por inclusão no conjunto classificado da Zona Central da Cidade de Angra do Heroísmo.










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Ermida e Solar de Nossa Senhora dos Remédios

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Solar dos Remédios



Encontram-se classificados como Imóvel de Interesse Público pela Portaria n.º 14/78, de 14 de Março, publicado no Jornal Oficial da região Autónoma dos Açores, I Série, n.º 6, alterada pela Resolução n.º 28/80, de 29 de Abril, classificação consumida por inclusão no conjunto classificado da Zona Central da Cidade de Angra do Heroísmo, conforme a Resolução n.º 41/80, de 11 de Junho, e artigo 10.º e alínea a) do artigo 57.º do Decreto Legislativo Regional n.º 29/2004/A, de 24 de Agosto.






O conjunto foi iniciado no século XVI, por Pero Anes do Canto, nomeado como 1º Provedor das Armadas em 1527, mantendo-se na posse da sua descendência até à sua extinção, no século XIX. Além da sua função residencial, sediava a Provedoria das Armadas.

O seu filho, António Pires do Canto, que o sucedeu como Provedor das Armadas, mandou erguer a capela, por volta de 1540.


A primeira grande alteração no primitivo conjunto da casa e capela, foi realizada na primeira década do século XVII, determinando a edificação da grande casa que hoje conhecemos como o Solar dos Remédios.
Ao final do século, reedificou-se a primitiva capela, conferindo-lhe as actuais feições, conservando a imagem de Nossa Senhora dos Remédios.


No século XVIII, foram empreendidas extensas obras de conservação e restauro no conjunto, e é por esta altura que se procedeu à colocação da pedra de armas da família Canto e Castro, sobre o portão do solar.


No início do século XX, o conjunto foi vendido à Irmandade de Nossa Senhora do Livramento para instalação do orfanato "Beato João Baptista Machado", instituição que aqui funcionou até ao sismo de 1980, que lhe causou extensos danos, nomeadamente na Capela dos Remédios, quase que inteiramente destruída.

Por acordo com a Irmandade, o Governo Regional dos Açores obteve então a posse do imóvel, iniciando um vasto programa de restauro e requalificação, sendo inaugurado em 1996. Os trabalhos na capela foram concluídos em 1999.

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Convento e Igreja de São Gonçalo

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Encontra-se classificado como Imóvel de Interesse Público pelo Decreto n.º 516/71, de 22 de Novembro, classificação consumida por inclusão no conjunto classificado da Zona Central da Cidade de Angra do Heroísmo, conforme a Resolução n.º 41/80, de 11 de Junho, e artigo 10.º e alínea a) do artigo 57.º do Decreto Legislativo Regional n.º 29/2004/A, de 24 de Agosto.



O Convento de São Gonçalo  foi criado por Bula do Papa Paulo III, em 1542, através de um pedido feito por Brás Pires do Canto, patrono deste mosteiro de Clarissas e onde se recolheram as suas duas filhas.


Igreja de S.Gonçalo - exterior




Com o aumento do número de religiosas durante os séculos XVI e XVII, houve necessidade de ampliar o Convento, e aproveitaram-se espaços como o da localização da primitiva igreja, da qual ainda existem vestígios integrados nas paredes do claustro Sul. Após essa ampliação, foi iniciada a construção de uma nova Igreja, no fim do séc. XVII, que foi inaugurada em 1776 com o nome de Igreja de São Gonçalo.







O Convento

Convento de São Gonçalo
Claustro

Este Convento distribui-se em redor de dois claustros.  As galerias do segundo piso correm sobre arcarias, com as quais se comunica através de escadas colocadas no canto de cada galeria. Nas  galerias encontram-se alguns oratórios embutidos nas paredes, de grande beleza ornamental, tanto nos dourados das talhas, como nas pinturas das telas dos retábulos ou das madeiras das portas, pinturas essas diz-se, feitas pelas próprias religiosas.  



Claustro


Parlatório



Do lado sul do edifício e a poente da igreja, existe uma portaria com entrada anexa para o parlatório, destinado ao contacto das freiras com os visitantes. Embora se encontre já muito alterado, é o único exemplar deste tipo de instalação, na Terceira.









A Igreja


Coros da Igreja de São Gonçalo
Coro Alto e Baixo




Esta Igreja é um templo característico deste tipo de mosteiros, com coro alto e baixo (em estilo barroco e conventual), separados do templo propriamente dito por um óculo com gradeamento de ferro, rodeado de talha dourada em cedro-do-mato, de origem local.

 




Nave vista do Coro Alto



No coro baixo da igreja é onde se encontram as sepulturas das religiosas, cobertas por simples lages em pedra, e onde se destaca uma imagem processional do Senhor dos Passos, junto à grade.








orgao de tubos setecentista

No coro alto, está o cadeiral da Congregação, com figuras míticas esculpidas nos braços dos assentos. Na parede dos fundos um oratório/altar com diversa imaginária religiosa, originária do outros conventos da ilha aquando da extinção dos conventos no século XIX.  Neste Coro, cujo piso é de madeira de cedro local  (cedro-do-mato), também se pode ver o órgão de tubos (setecentista), uma estante em madeira exótica e a magnífica pintura do tecto.




O interior da Igreja é todo revestido de talha dourada setecentista e pinturas a óleo sobre tela do inicio do séc. XVIII, sem esquecer o tecto também ele decorado. 





Paineis azulejo de Teotónio dos Santos 
A parte inferior das paredes  recebeu quatro grandes painéis de azulejo, da época joanina, atribuídos a Teotónio dos Santos,  que terá realizado esta obra entre 1720 e 1730.





Capela mor da Igreja de São Gonçalo em Angra do Heroismo
Capela-Mor


No retábulo em talha da capela-mor, de estilo rococó , vê-se uma escultura seiscentista do Crucificado como Divino Imperador, com a coroa e o ceptro em prata dourada, sobre uma cruz revestida a prata filigranada.
Nos nichos do retábulo da capela-mor estão as imagens setecentistas de São Francisco de Assis e de Santa Clara.

Sao Gonçalo
N Sra da Conceiçao Igreja de São Gonçalo em Angra do Heroismo


Existem duas capelas, sendo que, na do lado do Evangelho se encontra uma  imagem do séc. XVII representando S.Gonçalo de Amarante, patrono desta igreja, e na do lado oposto,  uma imagem de Nª. Sra da Conceição, acompanhada pelas de São Francisco de Sales e Santa Teresa de Ávila.






Esta Igreja sofreu danos generalizados e profundos com o sismo de 1980, pelo que em 1989 começaram as obras de reconstrução. 
Hoje estão aqui instalados um colégio e uma casa de recolhimento.


Nota: Não posso deixar de agradecer à Irmã que me acompanhou na visita pelos seus esclarecimentos, mas sobretudo pela amabilidade e paciência com que me recebeu. O meu Muito Obrigado.

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Sé Catedral

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Sé Catedral de São Salvador


Encontra-se classificada como Monumento Regional pela Resolução n.º 41/80, de 11 de Junho, classificação consumida por inclusão no conjunto classificado da Zona Central da Cidade de Angra do Heroísmo, conforme a Resolução n.º 41/80, de 11 de Junho, e artigo 10.º e alínea a) do artigo 57.º do Decreto Legislativo Regional n.º 29/2004/A, de 24 de Agosto



Sé Catedral Angra Heroísmo
Sé Catedral
de Angra Heroísmo
 

Também é conhecida por Sé Catedral de S. Salvador.

Neste mesmo sítio, em 1461, Álvaro Martins Homem iniciava a construção de uma primitiva igreja paroquial sob invocação a S. Salvador, tendo o seu primeiro vigário sido nomeado em 1496. Em 1534 foi criado o Bispado de Angra mas só em 1568 no reinado do Cardeal D. Henrique é que foi tomada a decisão de construir um templo que servisse de sede á Diocese e que satisfizesse as necessidades da população. 
Sob a responsabilidade do arquitecto Luís Gonçalves, a pedra basilar da Sé foi assente em 1570 e levaria 48 longos anos a ser construída.



"Em 18 de Novembro deste ano lançou-se a primeira pedra na Igreja da Sé nova, em presença do dito corregedor Fernão de Pina Marecos, com assistência do senado, (...). Acabou-se esta famosa obra em 1618, tendo-se nela gasto 46:448$763 réis; porém dos seus inspectores não houve boa fama, pelo desperdício que se lhe notou na distribuição dos muitos fundos a ela aplicados." - Francisco Ferreira Drummond  em Anais da Ilha Terceira, Tomo I (Terceira Época - Capítulo VIII).


Ficou bastante danificada pelo sismo de 1980, e posteriormente por um incêndio de grandes proporções em 1985, que viria a destruir  as talhas dos altares, os tubos do órgão e o tecto.


 

 

Foi visitada em 11 de Maio de 1991 pelo Papa João Paulo II tendo sido erigido uma estátua  no exterior que assinada esta visita.






  
Sé Catedral de Angra do Heroísmo 

É um  templo maneirista ou de arquitectura chã portuguesa, sendo a sua fachada composta de duas torres sineiras e entre as duas um templete para um relógio colocado em 1782.






Nave Central
  

O  interior é constituído por 3 naves divididas por pilares mas com cobertura única.
Ao entrarmos no pórtico de três arcadas que dá acesso ao templo, deparamo-nos com um guarda vento.  
 Entramos na porta lateral esquerda e acedemos á nave do Santíssimo Sacramento. 

 




  
Do lado esquerdo, um portal encimado por duas telas magnificas, de escola maneirista, uma representando a circuncisão de Cristo e outra a adoração dos magos, dá entrada ao Baptistério, onde encontramos a pia baptismal, local de baptismo dos paroquianos da Sé e também do Beato João Baptista Machado, mártir no Japão, representado num magnifico vitral. Aqui também podemos encontrar uma adorável imagem do Menino e um vaso chinês da Dinastia Ming

Baptistério



Sé Catedral de Angra do Heroísmo
Altar das Almas


A seguir ao Baptistério a primeira Capela , O Altar das Almas onde se encontra uma tela alusiva á salvação das almas onde estão representados a Santíssima Trindade, a Virgem Maria e S. Domingos. Foi neste altar que foi erecta a Irmandade das Almas em 1640 pelo Cónego Leonardo de Sotto Mayor.









N. Sra da Conceição



Depois, o Altar de Nossa Senhora dos Anjos – Onde se encontra uma imagem do séc. XVII representando Nossa Senhora da Conceição, e que é proveniente do altar mor do antigo Convento de S. Francisco da Praia.









Capela do Senhor Jesus dos Aflitos

A Capela do Senhor Jesus dos Aflitos – que provém do primeiro templo tendo sido fundada por  Diogo Álvares Vieira e sua mulher Beatriz Anes Camacho. Contém a pedra tumular do seu  provável instituidor e figura proeminente de Angra no séc. XVI, Francisco Dias do Carvalhal. 
Nesta capela está representado o Calvário com imagens encomendadas a Lisboa em 1706 de  Cristo Crucificado, Nossa Senhora e S.João.






Imagem de N.Sra de Fátima
Capela de
N. Sra do Rosário


A seguir encontra-se a Capela de Nossa Senhora do Rosário que  também provém do antigo templo tendo sido fundada e edificada pela Irmandade do Rosário. Aqui encontram-se imagens de Nossa Senhora de Fátima (aqui colocada em 1948) de S. José e do Sagrado Coração de Jesus.








Sé Catedral de Angra do Heroísmo
Capela do
Santíssimo Sacramento
Sé Catedral de Angra do Heroísmo
Altar e Sacrário em prata
A Capela do Santíssimo Sacramento foi  fundada pela mais antiga Irmandade da Sé que ainda hoje  se encontra em actividade, a Irmandade do Santíssimo Sacramento. Considerado o local mais sagrado do templo, apresenta o Altar com um painel frontal em prata com iconografia eucarística do século XVIII, e um sacrário também de prata. Este conjunto que engloba outros objectos pertencentes ao Tesouro da Sé,  foi pago em dinheiro pela Irmandade para o salvar da confiscação da Junta Provisória em 1829, que mandara recolher todas as pratarias e sinos das igrejas (restando só o indispensável para a realização do culto) para serem entregues na Casa da Moeda  estabelecida na Fortaleza da S. João Baptista a fim de serem fundidas em moeda. 



Capela Mor
Sé Catedral de Angra do Heroísmo
Capela Mor
A Capela Mor onde se encontra a cátedra do Bispo e o conjunto de cadeiras do coro capitular, é considerada o coração da Igreja . Situada sob um arco triunfal onde estão representadas as Armas Reais sobrepostas à Cruz de Cristo, tem um importante retábulo com pintura em cedro do séc XVII, onde figuram várias passagens do Evangelho e no meio uma imagem da Oficina dos Mestres da Sé, representando o Salvador, orago da Sé.


Arco triunfal da Capela Mor

 Em frente á Capela Mor, encontra-se  o Altar Mor, onde se celebra a santa missa e outras festividades.

Altar Mor - pormenor


Altar Mor -vista geral

Altar Mor - pormenor
Altar Mor - pormenor





Capela do Senhor Jesus Velho ou de Nossa Senhora de Lurdes - Esta capela foi construída pela família Canto e Castro e nela se encontra a pedra tumular de Pero Anes do Canto, provedor das Armadas da Índia, podendo-se ver nos lados do arco o brasão de armas dos Cantos e dos Castros.
Em 1891, o Monsenhor Cónego Ferreira estabeleceu a devoção por N.Sra de Lurdes pelo que a sua imagem se encontra nesta capela.




Stº. Estêvão

Estante de jacarandá


Capela de Santo Estêvão - Estêvão Cerveira Borges foi um nobre da cidade que doou terrenos para a construção deste templo em 1570 e instituiu esta capela. Aqui podemos apreciar um a belíssima imagem de Santo Estêvão, primeiro mártir do cristianismo, acusado de heresia e morto entre 34 a 40 DC, assim como uma estante coral de jacarandá com embutidos de marfim proveniente do Convento de S. Francisco de Angra do Heroísmo.


Capela Stº Estêvão - pormenor


Capela de S.Pedro Ad Vincula




Capela de São Pedro ad Vincula - Nesta capela existe a pedra tumular do seu fundador, o cónego Luis de Almeida. Nela foi erecta, em 1604, a Irmandade de São Pedro Ad Vincula dos Clérigos Pobres, ainda em actividade. Pode-se admirar a imagem de São Pedro das Cadeias, de bela expressão barroca e uma notável grade de jacarandá.




Stº António




O Altar de Santo António apresenta uma linda imagem de Santo António. Aqui existiu no séc XV a Confraria de Santo António,que ainda oferece pão benzido nos dias 13 de cada mês.







S. Brás de Sebaste




Altar de São Brás  com imagem do séc. XVI, de influência flamenga, representando o Bispo Brás de Sebaste, mártir e  bispo católico que viveu na Arménia entre os séc. III e IV. Padroeiro das doenças de garganta, foi capturado e decapitado pelos romanos no ano de 316 e enterrado na cidade de Sebaste.




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