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Papoila das searas

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Papoila


Reino: Plantas
Divisão: Spermatophyta
Subdivisão: Magnoliophytina 
Classe: Magnoliopsida 
Ordem: Papaverales  
Família: Papaveraceae  
Género: Papaver   
Nome comum: Papoila, Papoula-vermelha, Papoula-ordinária  
Nome da espécie: Papaver rhoeas L.  
Endémica dos Açores: Não



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Garajau-comum

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Sterna hirundo (Linnaeus, 1758)
 Nome comum: Garajau-comum, andorinha do mar

  • Reino: Animalia
  • Filo: Chordata
  • Classe: Actinopterygii
  • Ordem: Perciformes
  • Família: Labridae
  • Género: Sterna
  • Endémica dos Açores: Não
  • Responsável: Prof. Regina Cunha (Professora Auxiliar)
  • Estado de Conservação: Nativo


O Garajau-comum distribui-se por todas as ilhas dos Açores onde possui mais de 40 diferentes colónias de reprodução que podem atingir centenas de casais em alguns ilhéus. A população dos Açores estima-se em cerca de 3000 casais reprodutores, mas representa apenas cerca de 4% da população Europeia. Tal como o Garajau-rosado, esta espécie também inverna nos dois lados do Atlântico, tanto na costa ocidental do continente africano, como na costa oeste da América do Sul. Para além do Brasil, o Garajau-comum também foi recapturado ainda mais a sul, na Argentina.(texto retirado daqui)

A sua nidificação ocorre em colónias situadas em praias de areia ou calhau e em escarpas. Nos Açores nidificam preferencialmente em ilhéus.
O período reprodutor decorre entre Abril e Julho e a postura é constituída por 2 a 3 ovos e feita directamente no chão em colónias muito densas, podendo atingir 2 ninhos/m2.

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Portuguese Man o' War

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Physalia physalis (Linnaeus, 1758)
Nome Comum:  Caravela-portuguesa, Garrafa azul
  • Reino: Animalia
  • Filo: Cnidaria
  • Classe: Hydrozoa
  • Ordem: Siphonophora
  • Família: Physaliidae
  • Género: Physalia
  • Endémica dos Açores: Não


A caravela portuguesa é um conjunto de vários organismos, unissexuais, com características diferentes e onde cada um tem uma função que assegura a sobrevivência de toda a colónia.
Sem locomoção própria, flutua à superfície das águas suave e lentamente ao sabor das marés e dos ventos. 
O organismo visível é uma estrutura em forma de carapaça, que pode atingir 30 centímetros de comprimento e 10 centímetros de largura. Os seus tentáculos podem chegar aos 30 metros e são os responsáveis pelo perigo da caravela portuguesa, pois é neles que se encontram as células urticantes, que conservam as suas propriedades por muito tempo, mesmo que o indivíduo tenha ficado várias horas a seco na praia, pelo que se deve evitar tocar-lhes. 
Danos:
Do contacto com um simples fragmento desta espécie resulta a inoculação na pele da vítima de toxinas e proteínas potencialmente alergénicas, que provocam dor intensa e instantânea, e ardor. A intensidade destes efeitos depende essencialmente da localização e extensão do contacto, da idade da vítima e do facto desta ser mais ou menos alérgica ao "veneno" injectado.
O que fazer:
No caso de ocorrer um contacto físico com uma caravela portuguesa aconselha-se a colocação de compressas de água salgada do mar gelada e vinagre, no local afectado, por períodos de 10-20 minutos, para alívio da dor. Não deve ser utilizada água doce ou álcool pois provocam o aumento da libertação do "veneno". Também não se deve esfregar a área atingida, mas simplesmente tentar retirar os tentáculos ou partes de matéria ainda coladas à pele.

A caravela-portuguesa é importante para a alimentação das tartarugas marinhas, que são imunes ao seu veneno.

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Vinagreira

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Erithacus rubecula rubecula (Linnaeus, 1758)
Nome comum: Santo-Antoninho, Pisco-de-peito-ruivo, Vinagreira


  • Reino: Animalia
  • Filo: Chordata
  • Classe: Aves
  • Ordem: Passeriformes
  • Família: Turdidae
  • Género: Erithacus
  • Endémica dos Açores: Não
  • Estado de Conservação: Nativo
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    Gaivota de patas amarelas ou Ganhoa #2 (Larus michahellis michahellis)

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    Abril

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    Myosotis







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    Euphorbia azorica Seub. (EUPHORBIACEAE) - Erva-leiteira

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    Estorninho-malhado (Sturnus vulgaris granti)

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    É uma das espécies de aves mais abundantes dos Açores e forma bandos que atingem, por vezes, alguns milhares de indivíduos.



    Pode ser confundido com um Melro, sobretudo devido ao seu tamanho e cor. Porém, tem o  bico mais comprido e pontiagudo), movimentos diferentes em vôo e caminha, enquanto que o Melro geralmente saltita nas duas patas.



    Consoante a época do ano, a sua plumagem preta é pontuada de pequenas manchas brancas (Inverno) ou apresenta nuances  de reflexos metálicos verde-arroxeado (Primavera/Verão). As suas patas são castanho-rosado.



    Esta espécie tem o hábito de pousar nos cabos e apoios das linhas eléctricas e de telefone, agrupando-se aí em grandes bandos, principalmente durante as últimas horas de luz solar, antes de se dirigir aos seus dormitórios.


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    Estrelícias (Strelitzia reginae)

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    Gaivota de patas amarelas ou Ganhoa (Larus michahellis michahellis)

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    Melro- preto (Turdus merula azorensis Hartert, 1905)

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    Melro- preto (Turdus merula azorensis Hartert, 1905)


    Reino: Animalia
    Filo: Chordata
    Classe: Aves
    Ordem: Passeriformes
    Família: Turdidae
    Género: Turdus
    Nome comum: Melro-preto
    Nome da espécie: Turdus merula azorensis Hartert, 1905
    Estatuto de conservação: NT
    Endémica dos Açores: Sim

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    Animais... de toda a ilha.

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    Lagartixa - Lacerta dugesii (Milne-Edwards, 1829) - Monte Brasil
    (ver) 

    Gato - Algures... num telhado....

    Pato - Na marina de Angra
    Vaca - Serra de Sta Bárbara
    Pombo - Jardim Duque da Terceira

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    Urze, Mato, Vassoura, Barba-de-mato - (Erica azorica)

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    Urze, Mato, Vassoura, Barba-de-mato - (Erica azorica) - Monte Brasil

    Urze, Mato, Vassoura, Barba-de-mato - (Erica azorica) - Monte Brasil

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    No Jardim Duque da Terceira

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    Flora do Monte Brasil

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    Monte Brasil - flora
    Criptoméria -Cryptomeria japonica

    Monte Brasil flora
    (Tropaeolum majus)Chagas 

    Árvore-do-papel-de-arroz
    Árvore-do-papel-de-arroz  (Tetrapanax papyriferus )

    Cyrtomium falcatum

    Morella faya
    Faia-da-terra (Morella faya)

    Feto-de-botão (Woodwardia radicans)

    Oxalis articulata

    Monte Brasil flora
    Briófitas - Anthoceros caucasicus

    Liquenes - Ramalinas

    Pervinca Maior

    Urze, Mato, Vassoura, Barba-de-mato (Erica azorica)




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