Casa da família Carvalhal

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Prédio na Rua de Jesus

Tipo de Imóvel: Arquitectura Civil
Morada: Rua de Jesus, 10 



Este edifício foi construído no local da primitiva casa e ermida de Nossa Senhora das Neves, pertencente ao Morgado João da Silva do Canto e que se destinava a recolhimento de órfãos. 

Ocupada pelos Jesuítas, em 1570, que aí se instalaram e mantiveram até meados do Séc. XVII, altura em que se transferiram para o Colégio da Companhia de Jesus, a casa arruinada ou demolida deu lugar àquela que lá se encontra erigida.


Trata-se duma construção dos finais do Séc. XVII, de magníficas e imponentes proporções, representando um grande e maciço volume de construção que se destaca nesta zona da cidade. Tem uma configuração simétrica relativamente ao eixo, que representa a porta principal e janela superior, este edifício residencial foi construído pela família Carvalhal, cuja presença na casa se encontra documentada desde 1711.

A importância deste edifício influiu na toponímia da cidade, a atender pela vizinha Travessa dos Carvalhais. em Centro de Conhecimento dos Açores)


Está classificado como Imóvel de Interesse Público (Resolução n.º 41/80, de 11 de Junho, publicado no Jornal Oficial)

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Casa de D.Violante do Canto

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Prédio na Rua da Sé (Casa de D. Violante do Canto)


Tipo de Imóvel: Arquitectura Civil
Morada: Rua da Sé, 190-198

 
Foi construído no Séc. XVI para servir de  residência  de uma  importante figura da história portuguesa e desta cidade, D. Violante do Canto. É considerada um solar do final das épocas medievais, apesar de conter já elementos decorativos do renascimento. O suporte das varandas apresenta ligeiras influências manuelinas. A fachada de dois pisos tem uma composição simétrica, cuja axialidade é marcada por um notável portão que dá entrada ao átrio que tem acesso aos outros andares, lojas e antigas cavalariças. O piso de cima foi construído no Séc. XVIII, com janelas de aventais, ao gosto da época, mais pequenas que as das varandas do andar mais antigo. No interior do edifício encontram-se nobres tectos de cedro, cujos brasões estão no Museu de Angra. Este edifício foi concebido para uma residência nobre.




Encontra-se classificada como Imóvel de Interesse Público pela Resolução n.º 41/80, de 11 de Junho, classificação consumida por inclusão no conjunto classificado da Zona Central da Cidade de Angra do Heroísmo, conforme a Resolução n.º 41/80, de 11 de Junho, e artigo 10.º e alínea a) do artigo 57.º do Decreto Legislativo Regional n.º 29/2004/A, de 24 de Agosto.


Referências: Centro de Conhecimento dos Açores

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Imóveis de Interesse Municipal da Freguesia da Sé

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Prédio na Carreira dos Cavalos

Tipo de Imóvel: Arquitectura Civil
Morada: Carreira dos Cavalos, 61-65

Imóvel de Interesse Municipal (Decreto n.º 129/77, de 29 de Setembro, publicado no Diário da República, I Série, n.º 226)





Prédio na Carreira dos Cavalos

Tipo de Imóvel: Arquitectura Civil
Morada: Carreira dos Cavalos, 55-59A


Imóvel de Interesse Municipal (Decreto n.º 129/77, de 29 de Setembro, publicado no Diário da República, I Série, n.º 226)





Prédio na Carreira dos Cavalos

Tipo de Imóvel: Arquitectura Civil
Morada: Carreira dos Cavalos, 27A-29


Imóvel de Interesse Municipal (Decreto n.º 129/77, de 29 de Setembro, publicado no Diário da República, I Série, n.º 226)





Prédio na Carreira dos Cavalos

Tipo de Imóvel: Arquitectura Civil  
Morada: Carreira dos Cavalos, 25-27


Imóvel de Interesse Municipal (Decreto n.º 129/77, de 29 de Setembro, publicado no Diário da República, I Série, n.º 226)

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Angra do Heroísmo - Cidade Património da Humanidade - Centro Histórico

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O Centro Histórico de Angra do Heroísmo é uma  Zona Classificada como Conjunto de Interesse Público, e detêm a designação de Monumento Nacional desde 2001, tendo também sido criada uma zona de protecção onde se salvaguardam em geral, a distribuição de volumes e coberturas ou revestimento exterior dos edifícios.A salvaguarda do património construído implica que qualquer intervenção sobre o património edificado esteja sujeita a regras rigorosas, devidamente legisladas.

Limite do Centro Histórico de Angra do Heroísmo


A arquitectura patrimonial de Angra do Heroísmo é um  conjunto de conventos, fortificações, igrejas, palácios, solares, quintas senhoriais, e outras edificações de importância histórica e cultural que remontam, na sua maioria, a datas bastante recuadas, algumas mesmo ao século XVI. Engloba arquitectura civil, militar e religiosa num vasto número de edificações classificadas de Monumentos Regionais , Imóveis de Interesse Público e Imóveis de Interesse Municipal, que importa conservar.

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Ermida e Solar de Nossa Senhora dos Remédios

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Solar dos Remédios



Encontram-se classificados como Imóvel de Interesse Público pela Portaria n.º 14/78, de 14 de Março, publicado no Jornal Oficial da região Autónoma dos Açores, I Série, n.º 6, alterada pela Resolução n.º 28/80, de 29 de Abril, classificação consumida por inclusão no conjunto classificado da Zona Central da Cidade de Angra do Heroísmo, conforme a Resolução n.º 41/80, de 11 de Junho, e artigo 10.º e alínea a) do artigo 57.º do Decreto Legislativo Regional n.º 29/2004/A, de 24 de Agosto.






O conjunto foi iniciado no século XVI, por Pero Anes do Canto, nomeado como 1º Provedor das Armadas em 1527, mantendo-se na posse da sua descendência até à sua extinção, no século XIX. Além da sua função residencial, sediava a Provedoria das Armadas.

O seu filho, António Pires do Canto, que o sucedeu como Provedor das Armadas, mandou erguer a capela, por volta de 1540.


A primeira grande alteração no primitivo conjunto da casa e capela, foi realizada na primeira década do século XVII, determinando a edificação da grande casa que hoje conhecemos como o Solar dos Remédios.
Ao final do século, reedificou-se a primitiva capela, conferindo-lhe as actuais feições, conservando a imagem de Nossa Senhora dos Remédios.


No século XVIII, foram empreendidas extensas obras de conservação e restauro no conjunto, e é por esta altura que se procedeu à colocação da pedra de armas da família Canto e Castro, sobre o portão do solar.


No início do século XX, o conjunto foi vendido à Irmandade de Nossa Senhora do Livramento para instalação do orfanato "Beato João Baptista Machado", instituição que aqui funcionou até ao sismo de 1980, que lhe causou extensos danos, nomeadamente na Capela dos Remédios, quase que inteiramente destruída.

Por acordo com a Irmandade, o Governo Regional dos Açores obteve então a posse do imóvel, iniciando um vasto programa de restauro e requalificação, sendo inaugurado em 1996. Os trabalhos na capela foram concluídos em 1999.

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