Áreas Protegidas da Ilha Terceira - Açores

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Áreas Protegidas

Áreas Protegidas da Ilha Terceira


A Rede Regional de Áreas Protegidas da Região Autónoma dos Açores concretiza, na Região, a classificação adoptada pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) adaptando-a às particularidades geográficas, ambientais, culturais e político-administrativas do território do arquipélago dos Açores, sendo que neste parque estão contempladas as seguintes categorias:


Reserva Natural
(Categoria I - IUCN)

Monumento Natural
(Categoria III - IUCN)

Área Protegida para Gestão de Habitats ou Espécies
(Categoria IV - IUCN)

Área de Paisagem Protegida
(Categoria V - IUCN)

Área Protegida de Gestão de Recursos
(Categoria VI - IUCN)

 



Reserva Natural

Reserva Natural (Categoria I - IUCN)



Área de terra ou mar sem modificações ou com pequenas modificações pela acção humana, que mantêm o seu carácter natural e influência, sem presença ou com pouca presença humana e que é protegida e gerida de maneira de forma a preservar a sua condição natural.

2. Biscoito da Ferraria e Pico Alto
3. Terra Brava e Criação das Lagoas






Monumento Natural

Monumento Natural (Categoria III - IUCN)


A classificação de um Monumento Natural tem como objetivos de gestão a proteção, conservação e manutenção dos elementos naturais singulares em presença, bem como a promoção de oportunidades, de pesquisa, de educação, de interpretação e de apreciação pública.






Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies

Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies (Categoria IV - IUCN)


Área de terra ou mar sujeita a medidas ativas de gestão e intervenção com propósitos de gestão para preservar a manutenção de habitats ou para satisfazer objectivos e necessidades específicos de conservação de determinada espécie ou espécies.

3. Matela
4. Biscoito da Fontinha
6. Planalto Central e Costa Noroeste
7. Pico do Boi




Área de Paisagem Protegida

Área de Paisagem Protegida (Categoria V - IUCN)


A Área Protegida onde a interacção entre as pessoas e a natureza ao longo do tempo produziu uma área de carácter distinto com significantes valores ecológico, biológico, cultural e paisagístico, e onde a salvaguarda da integridade desta interacção é vital para proteger e manter a área e a conservação da natureza associada e outros valores.
Tem como objectivos principais, a protecção e manutenção de importantes paisagens terrestres e/ou marinhas, a conservação da natureza associada e outros valores criados por meio de interacções com os seres humanos, através de práticas tradicionais de gestão.






Área Protegida de Gestão de Recursos (Categoria VI – IUCN)


Área que contém predominantemente sistemas naturais sem modificação, geridos para garantir a protecção a longo prazo, a manutenção da biodiversidade e manter um fluxo sustentável de produtos e serviços necessários para satisfazer de forma sustentável as necessidades socioeconómicas das regiões circundantes.






Fonte (texto e mapas):  Parque Natural da Terceira
 

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Vulcão dos Cinco Picos

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O estrato-vulcão dos Cinco Picos é um aparelho vulcânico de grandes dimensões e actualmente desmantelado. Situado a Leste da ilha, apresenta altitude máxima de 500 m. O diâmetro desta caldeira é de cerca de 7 km, aferido a partir do bordo NE, que corresponde à Serra do Cume e do bordo SW, que corresponde à Serra da Ribeirinha.






Na zona interior da caldeira, relativamente plana, destacam-se alguns aparelhos secundários de onde ocorreram derrames lávicos  que se dispuseram em direcção à costa através da abertura localizada a SE das referidas Serras.

A actividade subaérea deste vulcão terá ocorrido durante o pliocénico médio (aponta-se para +/- 3,5 milhões de anos)  dando origem à emergência da ilha, que não é mais do que a fracção emersa de uma montanha submarina, formada pela acumulação de depósitos vulcânicos. 

Terá evoluído como um grande vulcão em escudo, tendo depois entrado num período de maior explosividade, com emissão de pedra pomes de queda e ocorrência de escoadas piroclásticas que deram origem a alguns dos mais antigos ignimbritos da ilha Terceira. 

Datações de K/Ar, levadas a efeito por Feraud et ai. (1980) em lavas próximas do topo da Serra do Cume, apontaram para uma idade de 300.000±100.000 anos, o que faz pressupor que a caldeira dos Cinco Picos se terá formado posteriormente a esta idade (Nunes, 2000b). O processo de formação da caldeira é controverso: enquanto que para alguns a depressão resulta de uma imponente caldeira de colapso, formada durante um período de intensa actividade explosiva (Serf,1974), para outros a depressão dos Cinco Picos tem origem num processo de rifting associado, provavelmente, à actividade do Rift da Terceira (Lloyd e Collis, 1981).

Serra do Cume - vista da Praia da Vitória
Serra da Ribeirinha - vista de Angra do Heroísmo



Referências:
1 - TeseDoutoramentoPauloCustodioPiresAntunes2009

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Ilhas efémeras #2

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Após uma noite de chuvas intensas parte da ilha é devolvida ao mar, de onde um dia emergiu.





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Anoitece

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Amanhece

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